Thursday, March 30, 2017

Brasil A nova Democracia - editorial

Os estertores de um Estado em decomposição

Não adiantará às vivandeiras de quartel com seu reacionário discurso do “rearmamento moral” apresentarem-se como salvadoras da pátria, ainda que através de desbocados fascistas como Bolsonaro, nem os oportunistas eleitoreiros requentando seu “desenvolvimentismo” burocrático. Não vingará. […] O protesto popular tomará, por diferentes meios e formas, um volume nunca visto em nossa história e enfrentará a guerra civil reacionária em que o país já se acha mergulhado. As massas populares aprendendo a defender-se neste enfrentamento lançarão mão da justa belicosidade para impor seus interesses.
Editorial, AND nº 186
Ainda que a chamada delação do “fim do mundo” não tenha vindo a público em toda sua amplitude, já é possível aquilatar o pânico que toma conta do pântano em que se constituiu o sistema político brasileiro.
Fatos, por demais emblemáticos do afundamento dos três podres poderes deste arremedo de República, ocorreram nos últimos dias. Primeiro foi o encontro, registrado em escrachada foto, de Michel Temer, pelo executivo, Rodrigo Maia, pela Câmara dos Deputados, e Eunício Oliveira, pelo Senado, ambos chefes do legislativo, e Gilmar Mendes, ministro do Supremo pelo judiciário, tratando, no melhor estilo mafioso, de conjurar a crise política que ameaça levar de roldão todo o apodrecido sistema político com seus caciques, mandões e maiorais, bem como todas as siglas do Partido Único. Outro, foi o “barraco” encenado por Gilmar Mendes ao desqualificar o Ministério Público pelo vazamento dos depoimentos e ameaçando, inclusive, de impugnar as delações premiadas e o troco que recebeu de Janot que, sem citar o nome do indigitado, qualificou-o de comensal dos grupos de poder.
Essas tratativas são antigas em nossa história política. Em meados do século passado, o jornalista Aparício Torelli, com a irreverência que o caracterizava, fazendo troça da corrupção endêmica no Brasil, propunha: “Ou instaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos”. Na verdade, nunca tivemos nem uma coisa nem outra, pois os pactos concertados na política brasileira, por serem extremamente casuísticos, postergam a instauração da moralidade e garantem a locupletação somente por parte dos oligarcas e burocratas de alto coturno, às custas dos impostos pagos pela população.
A difícil tarefa nas mãos da trupe é conseguir enganar o povo brasileiro nas próximas eleições que se realizarão em 2018. Mais difícil ainda será encontrar a fórmula que consiga livrá-los dos crimes imputados pela Operação “Lava Jato” ao mesmo tempo que garanta sua eleição na próxima encenação da farsa eleitoral.
Prova da bancarrota do sistema político de governo como expressão da decomposição do velho Estado, uma vez mais a proposta de uma “reforma política” é lançada como panaceia. Desta vez clama-se por uma reforma de emergência baseada na votação em lista fechada, segundo a qual o eleitor, ao invés de votar num candidato, votará em uma lista elaborada pelos mafiosos das siglas do Partido Unico, sem poder indicar qual o de sua preferência. Essa proposta foi rejeitada por 90% de suas excrescências, quando apresentada há pouco mais de um ano. Agora, diante do sufoco, os nobres parlamentares são pelo voto em lista fechada desde criancinha.
Gilmar Mendes, amigo de Temer há trinta anos, fala que a grande questão é a de separar o dinheiro do candidato, ou seja, o dinheiro vai rolar, mas sem vinculação com os candidatos. Além de tudo propõe a criação de um fundo de cerca de cinco bilhões de reais para o custeio público das campanhas.
É possível que encontrem uma fórmula que contemple a maioria da picaretagem congressual, entretanto, dificilmente contemplarão a grande massa do eleitorado por demais já enojada e ainda mais ressabiada com as armações ilimitadas desta canalha que a cada dois anos lhe aplica o conto do vigário.
Os monopólios de comunicação, tendo à frente a rede Globo, já ensaiam suas pesquisas com vistas a direcionarem a vontade do eleitorado, entretanto, sua armação não impedirá o repúdio à farsa eleitoral. Também não adiantará às vivandeiras de quartel com seu reacionário discurso do “rearmamento moral” apresentarem-se como salvadoras da pátria, ainda que através de desbocados fascistas como Bolsonaro, nem os oportunistas eleitoreiros requentando seu “desenvolvimentismo” burocrático, encenarem mais uma vez a farsa de sua tragédia. Não vingará.
Diferente da proclamação da República a cuja encenação, nas palavras de Aristides Lobo, “o povo assistiu bestializado”, esse engodo preparado pelo conluio dos poderes desta república de fancaria não ficará impune. O protesto popular tomará, por diferentes meios e formas, um volume nunca visto em nossa história e enfrentará a guerra civil reacionária em que o país já se acha mergulhado. As massas populares aprendendo a defender-se neste enfrentamento lançarão mão da justa belicosidade para impor seus interesses

India - new massacre in Malkangiri region

India army tells that 24 maoists are killed in Jantri, 20th march

7 women and 17 men

police tells that they are in a training camp

acciones por la defensa de la vida y la salud del presidente gonzalo

In Ecuador
Defend Gonzalo Ecuador

In Chile .
Defend Gonzalo ChileDefend Gonzalo Chile2

In Sweden
Defend Gonzalo Sweden

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In Rio de Janeiro

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Colombia 
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Mexiko  Gonzalo y Saibaba

Defend Gonzalo Mexico

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Paris - Justice et vérité pour Shaoyo Liu !




banderole

Le dimanche 29 mars, la BAC a assassiné Shaoyo Liu à son domicile devant sa famille. La BAC intervenu en civil prétend avoir agi en légitime défense, l’homme aurait eu une paire de ciseaux entre les mains, en effet il cuisinait alors du poisson pour le dîner. Il n’en fallut pas plus pour que le policier ouvre le feu, quelques secondes seulement après avoir forcé la porte.
Et comme à chaque fois les médias dominants en fanfare répètent tous dans un grand concert la version policière, tentant de justifier en vain ce nouveau crime de la police. On nous prétend tout d’abord qu’un policier aurait été gravement blessé jusqu’à devoir abandonner ce mensonge, sans jamais une rectification sérieuse bien sûr. On va ensuite nous dire que l’homme est un déséquilibré pour en donner une image menaçante.
Face à ce nouveau meurtre policier et face à cette avalanche de propagande de la police, la communauté chinoise en utilisant WeChat se tient au courant de la version de la famille. Le décalage est immense. Cet assassinat et son traitement médiatique a fait s’embraser la communauté chinoise qui s’est retrouvé dès le lendemain, lundi 27 mars, devant le commissariat Erik Satie du 19e pour exprimer leur colère face à cette situation et pour exiger la vérité et la justice.
Des bougies sont disposées devant le barrage policier en formant le mot « Violence ». Il n’y a au début qu’un seul slogan, un seul mot, celui de la vérité : « Assassin ! Assassin ! » crié en direction des policiers. Après plusieurs minutes, les femmes décident de se mettre en ligne face à la police. Peu de temps après la police charge alors que les manifestantes et manifestants sont accolés à des barrières et à un mur. Certains fuient dans les rues alentours pour continuer à manifester plus loin, d’autres sont contraints de se réfugier dans un immeuble. Des voisins regardent par les fenêtres ce qu’il se passe dans la rue, une manifestante leur explique la situation « C’est comme pour Théo ! ». La police continuera de réprimer toute la soirée à coup de grenade de désencerclement, de lacrymo et de tonfa, il y aura en tout 35 arrestations.
Le lendemain une nouvelle manifestation eut lieu, encore plus massive.
Le cas de Shaoyo Liu s’ajoute à la longue liste des violences policières. Dans l’esprit de chacun, il y a encore le viol de Théo commis il y a moins de deux mois par des flics de la BST à Aulnay-sous-Bois, tout le monde se rappelle aussi d’Adama et est témoin de la répression intense que subit aujourd’hui encore sa famille pour ne pas accepter de se taire.
Ces crimes policiers ne prennent pas place dans n’importe quel contexte. Ils n’ont fait qu’augmenter sous l’état d’urgence et continuent d’être de plus en plus légalisé par l’État bourgeois notamment avec la dernière loi sur la soi-disant « légitime défense » qui constitue un nouveau permis de tuer pour les forces de répression.
La communauté chinoise, loin des clichés qui lui sont attribués généralement, exige la vérité et la justice, de même que toutes celles et ceux luttant contre les violences policières. Cela ne pourra être obtenu qu’en établissant un véritable rapport de force. La révolte la plus grande et la plus forte est ce qu’il y a de plus légitime face à de tels injustices. Il faut montrer que l’impunité n’existe pas, la justice bourgeoisie acquitte, elle rend des non-lieux systématiques pour ses chiens, mais le peuple ne pardonne pas et à chaque crime policier nous allons continuer de montrer notre colère.
Face aux crimes policiers, organisons-nous. Développons l’auto-défense populaire car seul le prolétariat organisé peut être une force conséquente contre la force répressive de l’État bourgeois. La seule moyen de mettre fin aux violences policières, à leur oppression raciste c’est de mettre fin au système qui les génère : le capitalisme. C’est en balayant de l’histoire par la révolution ce mode d’exploitation et d’oppression qu’on pourra mettre un terme définitif à ces violences !
Justice et vérité pour Shaoyo Liu !
Justice et vérité pour Zyed, Bouna, Théo et Adama !
Justice et vérité pour toutes les victimes de violences policières !
Liberté pour Bagui et Yacouba !
Face aux violences policières, on a raison de se révolter !
Avançons vers l’auto-défense populaire !



tract
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Wednesday, March 29, 2017

Viva os 50 anos da rebelion de Naxalbari!


 
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Contre la peine de l'emprisonnement à vie du Professeur GN Saibaba et des ses cinq camarades!




csgpindia@gmail.com


A  toutes les forces anti-impérialistes

A toutes les organisations contre la répression et pour la solidarité avec les prisonniers politiques

A tous les enseignants, les intellectuels, démocrates et étudiants

 

Nous protestons contre la peine de l'emprisonnement à vie du Professeur GN Saibaba et  des  ses cinq camarades!

Nous nous arrêtons à l'étouffement de la dissidence avec les lois liberticides et simulacres de procès!

Liberté pour tous les prisonniers politiques en Inde!

 

Après près de quatre ans, le 7 Mars 2017, la persécution du Professeur GN Saibaba de l'Université de Delhi a pris fin avec sa condamnation à la réclusion à perpétuité et de même pour les autres cinq accusés.

En 2013, la police du Maharashtra a illégalement fouillé deux fois la maison du Dr Saibaba sur de faux motifs de «recel de biens volés",  elle a saisi des supports informatiques sans les enregistrer et   les sceller tel que requis par le processus juridique.

En Avril 2014, le même professeur, qui est handicapé à 90% et forcé dans un fauteuil roulant, a été enlevé et emprisonné, accusé en vertu de la loi de «prévention des activités illégales" (UAPA) ainsi que les 5 autres, le journaliste et activiste Prashant Rahi, l'étudiant Hem Mishra et Adivasis Pandu Narote, Vijay et Mahesh Tirki Tirki.

Pendant deux ans, il a été détenu en détention provisoire à la prison centrale de Nagpur, où,  systématiquement, ont été nié, à une personne dans sa condition,  les installations les plus élémentaires nécessaires , les traitements et les soins médicaux dont il a besoin, ce qui a provoqué une détérioration dramatique de sa santé, qui a été reconnue par la Cour suprême indienne, qui, en Avril 2016 lui a accordé la libération sous caution.

A partir de là jusqu'à la veille de l'arrêt, Saibaba a été hospitalisé d'abord en soins intensifs, en cours de traitement pour des problèmes cardiaques, des calculs biliaires, la pancréatite et l'hypertension artérielle, la thérapie physique pour les diverses complications orthopédiques causées par les conditions de détention inhumaines,il a démissionné pour préparer une intervention urgente de l'ablation de la vésicule biliaire.

Le verdict est scandaleux! Il est basé sur des preuves fugitive obtenues illégalement et illégalement gardées, sur des «aveux» extorqués et ensuite rétractés, mais la plainte de coarctation de l'accusé n'a même pas été acquis par le même fonctionnaire qui avait ordonné la recherche des infidèles bons! Le tribunal a même refusé d'émettre un ordre supplémentaire pour garantir, en prison, à Saibaba de l'assistance  et des soins médicaux qui sont vital pour lui.

Comme nous a dit Saibaba lui même quand nous avons eu l'honneur de lui ….. , les juges et les policiers intéressés pas prouver les accusations, dans les longs interrogatoires ne faisaient que répéter à sa rencontre: "arrêter la campagne contre Green Hunt, revient à faire simplement le professeur d'anglais , et nous allons vous laisser seul. "

Ils veulent faire taire, enterrer pour toujours en prison jusqu'à l'assassiner, sa voix autoritaire entendu, l'ardent défenseur des droits des paysans, des populations tribales Adivasi, les intouchables des castes inférieures (dalits), de la classe ouvrière et de tous les secteurs de la société exploités et opprimés en Inde.

Ils veulent plier la résistance des populations tribales qui défendent leurs eaux, les forêts et les terres pour les empêcher de devenir la proie de la cupidité des sociétés minières.

Ils veulent étouffer les campagnes nationales et internationales de solidarité contre la guerre au peuple déchaînées par le gouvernement indien avec l'Opération Green Hunt, Salwa Judum 1 et 2, et ainsi de suite.

Ils veulent mettre en garde contre toute l'opposition démocratique au gouvernement fasciste hindou Modi, contre ceux qui résistent à la terreur fasciste, les organisations hindoues racistes et fondamentalistes et des armées privées de quantités illégales de produits alimentaires de l'Etat, contre tous les défenseurs des droits humains et des prisonniers politiques.

Pour toutes ces raisons, ce jugement ne peut pas passer sous silence!

Organisons chaque fois que possible des réunions d'information, des pétitions pour la libération immédiate de Saibaba et une procédure régulière, des initiatives de protestation aux ambassades et consulats indiens.

 

écrivons et envoyons des mails de protestation à :

 

Ambassade de l'Inde, Via XX Settembre, 5

M. Anil Wadhwa

gen.email@indianembassy.it

Fax: 064819539

 

Ministère des Affaires étrangères

M. Sushma Swaraj

eam@mea.gov.in

Fax: 011-23011463, 23013254

 

Ministère de la Justice

M. Shri Ravi Shankar Prasad

ravis@sansad.nic.in

Fax: 011-23793691

 

Inde Comité de solidarité - Italie

csgpindia@gmail.com

14 mars 2017

Free the Maruti Workers! 13 Maruti Union members given ‘Life Sentence’



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Internationale Solidarität mit den zu lebenslanger Haft verurteilten MSWU-Aktivisten ist notwendig! Kontakt: 7011865350 (Ramniwas), 9911258717 (Khusiram) für das PWC, MSWU. E-Mail: marutiworkerstruggle@gmail.comhttp://www.marutisuzukiworkersunion.wordpress.com

Free the Maruti Workers! 13 Maruti Union members given ‘Life Sentence’ for Struggling for Union Formation &Abolition of the Contract Worker System

MARCH 19, 2017
13 of our brothers have been given ‘life sentences’ – including 12 Maruti Suzuki Workers Union body members – on the baseless charge of ‘murder’ on 18 March afternoon by the Gurgaon Additional Sessions Court. 4 workers given 5 year sentences. 14 workers given 3 years, but have already spent 4 years in prison, so released. Of the earlier acquitted 117 workers who spent over 4 years in Jail, we do not yet know as to who will return the lost years. 148 already spent 4 years in Jail without bail since 2012 without bail and 2500 workers were earlier illegally terminated and then faced continual State repression.
We reject the falsehood that this is an ‘objective judgement’. The Prosecution Case and Judicial Sentence is based on no evidences, false-witnesses and pure class hatred. See here for details of the arguments. Workers had no involvement in the unfortunate death of the pro-worker manager who helped in registering the Union, Mr Avanish Kumar Dev – this is conclusively proved in the legal case from the Defence. The conflict on the day of 18 July 2012 started with a supervisor attacking a Dalit worker Jiyalal – who was later made into ‘prime accused’ in the case – with caste-based abuse, and the worker’s suspension. The entire case is part of management conspiracy to finish off the Union, an attack on the Right to Union Formation itself, and the demands–particularly of abolition of Contract Worker System–it was raising and symbol it became for workers struggle.
The nature of the legal case was informed from the outset by the vitriolic repressive manner in which thousands of workers were continually hounded after 18 July 2012 by the nexus of the management and government, including the Police, administration and labour departments. This Judgement – made in between turning Gurgaon and Manesar into Police camps – is directly anti-worker and heavily influenced by the interests of the Company management, to ‘set an example’, to sow fear and terror among all industrial workers in the country, particularly the belt of Gurgaon to Neemrana in Haryana and Rajasthan. The Prosecution in its final arguments – much similar to the Chandigarh HC order of May 2013 rejecting bail for workers – arguing for ‘death penalty’ for workers, talked of the need of restoring ‘confidence’ of capital, and the Prime Minister’s initiative of inviting global investors for ‘Make in India’. The confidence of these foreign and national capitalists depend on one thing: a cheap and compliant labour force, so no Unions or any raising of demands.
By specifically targeting the entire Union body, this Company Raj wants to tell us that the workers movement, the Right to Union Formation and other Trade Union rights as well as Human Rights of workers in the country will be simply (with illegal and legal means) crushed by capitalists and the State. The attack on our Union body members is been simply because they have been the leadership of the struggle against the management practices of exploitation of labour in the factory and waged a legitimate long struggle for trade union rights and dignity since 2011 with the unity of permanent and contract workers, demanding the abolition of the contract worker system, dignity in the workplace, and an end to exploitative practices by the management. And finally registered our Union on 1 March 2012. This workers assertion was not acceptable to the management and they wanted to crush our Union, especially after submission of the Charter of Demands in April 2012 which argued for abolition of contract worker system. So they conspired and escalated the conflict on 18 July 2012.
The struggle full of vitality and hope gave positive energies for other workers to fight similar exploitation in the industrial region and beyond from Honda to Rico to Asti to Shriram Pistons to Daikin AC to Bellsonica name a few. This collective workers assertion needed to be crushed and ‘taught a lesson’ in the interests of the company managements. Similar conflicts and cases of repression on workers movements have happened from Graziano Transmissions Noida, Regent Ceramics Puducherry, Pricol in Chennai and so on. This Judgement comes in the trail of these repression, increasing its tempo. And so, the industrial areas are being turned into Police Camps.
Maruti Suzuki CEO RC Bhargava has said this is a ‘class war’. And what the government dutifully is doing is to turn workers disputes with management into a ‘Law & Order problem’, to criminalize workers fighting for their Rights of Union formation and against the Contract System. We condemn this criminalization of workers.
We are not afraid, nor tired with so much continuous repression. IT is only by increasing the tempo of the unity of workers beyond the divisions of permanent and contract, and independent class assertion against the continuous attacks of the current Company-State regime of exploitation-repression, that we can take the struggle forward. Lakhs of workers in industrial areas are already doing solidarity actions since 9 March, and on 16 March, over a lakh workers in Haryana, Rajasthan, UP, Tamil Nadu did hunger strikes. On 18th immediately after the Judgement, 30000 workers in 5 Maruti Suzuki factories did an hour of ‘tool down’ solidarity strike even though the management tried to crush it as always by pressure to work and notice of 8 days pay cut. Since 16th March, there have been protests by various workers, students, human rights and other democratic organizations in over 20 cities, and deputations and solidarity positions and actions in 21 countries.
On 23rd March – the day of martyrdom of Shaheed Bhagat Singh – the Maruti Suzuki Mazdoor Sangh (MSMS), the joint platform of all 6 Maruti Suzuki factories have given the call of ‘Chalo Manesar’, for thousands of workers to gather and do a Protest rally in Manesar. We call upon all pro-worker forces to participate in this Protest. We also feel the need for a National Day of Protest, tentatively on 4th April. In this decisive and crucial hour, we appeal to all workers and pro-worker forces to stand with the demand to free the convicted workers, and wage a protracted struggle to ensure justice and workers rights, and show solidarity in whatever ways possible.
23 March ko Chalo Manesar!
Free the Maruti Workers!
End the Regime of Exploitation-Repression in the Industrial belts.

Provisional Working Committee,
Maruti Suzuki Workers Union
18 March 2017
Contact: 7011865350 (Ramniwas), 9911258717 (Khusiram) on behalf of the PWC, MSWU.